quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Como tirar o máximo do AdSense

Este artigo é imperdível, e temendo que ele sumisse da Internet, optei por reproduzí-lo aqui, mais do que apenas linká-lo.

Leia o artigo original e comentários no blog de Gustavo Roberto.

Reproduzo abaixo conforme escrito pelo Gustavo.

Nesse artigo, explicarei as formas de maximizar os ganhos utilizando a excelente ferramenta do Google chamada AdSense, que pode ser encontrada no seguinte endereço http://www.google.com.br/adsense .

Primeiro citarei a fonte que me inspirou a escrever esse artigo, que foi um vídeo que ví no site Youtube, no seguinte endereço http://www.youtube.com/watch?v=5ZpmvUBcRDc . É um vídeo de aproximadamente 58 minutos. Você poderá vê-lo também clicando abaixo :

Caso não lembrem o endereço do vídeo, pesquisem por : “Como tirar o máximo do AdSense”, ou pelos vídeos do usuário googlebrasil.

Segundo o palestrante, existem 6 pontos que podem tornar uma campanha no seu site, um sucesso :

1)Ao criar um anúncio, aceitar sempre texto e imagem. A explicação dada sobre aceitar texto e imagem foi que, se aceitarmos somente texto, ou somente imagens, estaremos fazendo os anúncios concorrerem entre sí, ou seja, anúncios de texto, concorrendo com anúncios de imagem e vice-versa.

2)Lembrar sempre de limpar o filtro. Isso significa, que você deve limpar o máximo do seu filtro, não restringindo vários anúncios, lembre-se de restringir apenas os anúncios da concorrência.

3)Procurar sempre escrever conteúdos com relevância. Ou seja, não façam coisas para atrair os “páraquedistas” para sua página, como por exemplo “Eu não tenho foto da Sheila Mello pelada”. Nesse exemplo, uma pessoa que estivesse procurando uma foto da Sheila Mello pelada, acabaria caindo no seu site, mas acabaria não visitando nenhum anúncio.

4)Aceitar textos e imagens também direcionados para o site. Ou seja anúncios pertinentes ao conteúdo do seu site.

5)Use os formatos grandes, querendo ou não eles são uma ótima fonte para atrair cliques. O melhor formato de todos é o 300 x 250.

6)E por fim, segmentar os critérios, ou seja, sempre definir critérios específicos para seus anúncios. Por exemplo para anúncios voltados a Carros por exemplo, use critérios como Motores, Carburadores, assim por diante.

Esses são os passos básicos para se ter um bom retorno para o seu site.

Continuemos com as dicas.

Uma outra forma muito interessante de se obter bons ganhos para sua página, é acompanhar os relatórios da ferramenta AdSense, estejam sempre olhando todos estes pontos, que eles podem definir o sucesso ou não de suas campanhas.

Quanto a organização dos critérios, pensem neles como prateleiras de supermercados. Qual será a melhor disposição para seus anúncios ficarem mais atraentes, será que um anúncio, acima dos olhos do usuário, ou muito abaixo do campo de visão terá algum sucesso ? Pensem em um supermercado ao elaborar um anúncio para o seu site.

Lembrem-se de jogar também com as cores, não coloquem cores que não tem nada haver com o site procurem trabalhar com cores que se integrem ao seu site, fazendo parecer que os anúncios sejam realmente parte do site.

Agora, que vocês já pensaram nisso, vou passar para vocês o que eu achei de mais interessante em todo o vídeo.

Segundo uma pesquisa encomendada pelo Google, eles mapearam numa página os locais que os seres humanos mais olham ( Mapearam usando um recurso parecido com aqueles usados em detectores de calor, onde Vermelho é a cor de maior destaque, Laranja menor, Amarelo menor ainda e Azul, cores pouco vistas pelos usuários), e então chegaram a seguinte conclusão ( No meu ponto de vista isso só é valido para o Ocidente ). Os usuários tendem a olhar para uma página formando uma letra F.

Como assim uma letra F ?

Eles começam a ler o site pelo topo ( Primeira parte do F ), depois correm os olhos para o primeiro parágrafo, dão uma olhada rápida, olham as linhas do meio até o final ( Parte do meio do F ) e correm até o final do artigo, formando assim um F completo.

Aqui tentei reproduzir grosseiramente o exemplo, com um arquivo .gif

Visão dos Usuários

Sendo assim, as melhores posições para definirmos os anúncios no site, são compondo uma letra F, ou seja, uma boa forma de anunciar seria, um anúncio grande 728 x 90 no topo da página, creio que log abaixo do título seja interessante, um outro anúncio que poderia estar no meio da página, e por fim, se o usuário leu até embaixo, certamente lerá até o final dele, onde ele poderá encontrar mais uma lista de links, que no casos são anúncios, de forma a complementarem a sua leitura, levando a vocês obterem um bom resultado com os anúncios.

Usem anúncios 300×250 no final da página, eles são os mais rentáveis

Pode parecer uma bobeira mas os anúcios arranha-céus funcionam pior do que um retângulo médio 300×250, simplesmente por que são mais difíceis de uma pessoa ler. Como você se sente mais confortável, lendo um anúncio espremido, ou um anúncio mais largo ? Faça o teste.

Mais uma dica importante, não induza o usuário a clicar no link, misturando por exemplo ao conteúdo do texto, por que com certeza, não é uma boa experiência para o usuário estar navegando e de repente clicar em um lugar onde vai levar para outro que não tem haver com o que ele quer.

Com certeza, esse usuário não voltará a sua página, e ainda vai falar com alguém para não passar por lá, por que você é induzido a clicar.

Uma dica solta é : É melhor criar critério só para as seções, e uma outra dica é procurem mesclar seção com formatos de anúncios.

Agora pontos importantíssimos, principalmente para pessoas que querem de fato ganhar dinheiro com a sua página, invista em estudo e mais formas de fazer que o seu site apareça mais. Exemplo muito bons são :

  • Cadastre o seu site no Google News, você pode aparecer em primeiro lugar algum dia;

  • Usem sitemaps em suas páginas, vocês podem procurar por sitemaps dentro dos programas do AdSense.

  • Usem o Ad-Words. Ad-Word você paga por ela, existem planos para todos os “tipos de bolsos”, ou seja, avalie a necessidade de usar o Ad-Words. Um grande exemplo de empresa que cresceu 350 % usando só Ad-Words, foi a Corpo Perfeito, que vocês podem acompanhar o case de sucesso dela, também através do Youtube, procurando pelo nome Corpo Perfeito nos vídeos do usuário googlebrasil.

Então, qual a melhor forma de otimizar num geral ?

  • Observar os critérios

  • Decidir qual métrica acompanhar, você quer acompanhar o CTR ou e-CPM escolha uma e acompanhe, e não tente tirar médias, por que dá errado. Esse tipo de medida não é feito como uma média comum, ou seja, usuários podem pagar mais em um clique, menos em outro, e assim sucessivamente.

  • Faça testes, mude, reposicione, e olhe qual deles está fazendo o maior sucesso para sua página.

Para finalizar então, vamos as palavras, que eu considero chave para melhor otimização do AdSense, no meu ponto de vista:

  • Aceitar texto e imagem sempre

  • Limpar filtro

  • Conteúdos Relevantes

  • Direcionamento para sites

  • Formatos Grandes 350×250 por exemplo

  • Segmentação de Critérios

  • Cadastrar no Google News

  • Sitemaps

  • Posicionamento

  • Cores

  • Observar Critérios

  • Definir a métrica a acompanhar

  • Fazer muitos testes.

Bem pessoal, esses são apenas os meus 2 centavos de contribuição para uma fonte inesgotável de pesquisa. Espero que possa ter ajudado muita gente.
Recomendo fortemente, que todos vejam os vídeos do Google, e que os tomem como bons exemplos.
Agora quero receber emails, dizendo que receberam alguns dólares após as otimizações.
Espero que tenham gostado.
Abraços.

Leia o artigo original e comentários no blog de Gustavo Roberto.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Fazendo dinheiro com blogs

Esse é o artigo original que citei na postagem anterior (Faturando com o Google Adsense) quando disse que era possível sim fazer 1.000 dólares/mês com 2.000 visitas diárias em um site.
Os grifos são meus.
Artigo completo no HappyNews.com

Casual Blogging Not Just Lunch Money Now

Zach Brooks pocketed $1,000 this month blogging about the cheap lunches he discovers around midtown Manhattan ($10 or less, preferably greasy, and if he's lucky, served from a truck).

The site, Midtownlunch.com, is just a year and a half old and gets only about 2,000 readers daily, but it's already earning him enough each month for a weekend trip to the Caribbean — or in his case, more fat-filled culinary escapades in the city.

In the vast and varied world of blogging, Brooks is far from alone.

It's no longer unusual for blogs with just a couple thousand daily readers to earn nearly as many dollars a month. Helping fill the pockets of such bloggers are programs like Google's AdSense and many others that let individuals — not just major publications — tap into the rapidly growing pot of advertising dollars with a click of the mouse.

In 2006, advertisers spent $16.9 billion online, up steadily each year from $6 billion in 2002, according to the Internet Advertising Bureau. In the first half of 2007, online advertising reached nearly $10 billion, a nearly 27 percent increase over the first half of 2006.

Little technical skill is needed to publish a well-read blog, meaning just about anyone with something worthwhile to say can find an audience, said Kim Malone Scott, director of online sales and operations for Google's AdSense. That's attracted greater readership and advertising dollars, she said.

According to 2006 survey by the Pew Internet and American Life Project, 39 percent of Internet users, or about 57 million American adults, said they read blogs, up from 27 percent in 2004, or 32 million.

That doesn't mean bloggers are suddenly flush with money. For every blogger earning a decent side income like Brooks, countless others will never earn a cent.

But with the right mix of compelling content and exposure, a blog can draw a dedicated following, making advertising a low-hanging fruit.

''This is really a continuation of how the Web in general has enabled smaller businesses and individuals to compete if not at a level playing field, at least a more equitable level,'' said David Hallerman, a senior analyst with the research group eMarketer.

Google's AdSense is an automated program that places targeted advertising on sites big and small. Other programs such as PayPerPost are just as user friendly; bloggers sign up and advertisers cherry pick where they want to place ads based on categories and the number of impressions a site captures.

(...)
Artigo completo no HappyNews.com

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Faturando em sites com o Google Adsense

Uma postagem muito interessante no blog Efetividade.net, entitulada "Ganhar dinheiro com blog: Associated Press mostra como" diz o seguinte:

"(...) e embora tenha relativamente pouca visitação (2.000 pessoas por dia), está faturando US$ 1000 por mês com o Adsense em seu blog."
Nos comentários, um leitor (L. F. Simão) estranha as contas e escreveu:
"2.000 visitas dia e ganhando US$ 1.000 com o ADSense. Não acredito. Alguma coisa ta errada."
Consultei meus sites baseados em blogs, e constatei que as contas acima são possíveis sim, Veja porque em meu comentário deixado no prõprio blog, hoje (12 de fevereiro):

O L.F.Simão comentou em 12 de janeiro (2008): “2.000 visitas dia e ganhando US$ 1.000 com o ADSense. Não acredito. Alguma coisa ta errada.

Queria comentar que não está errado não!

Meu site Radiologia.com.br começa como um blog e apesar de iniciando ainda, recebe uma média de 200 visitas/dia (exatamente um décimo) e gera uma média de US$ 3,30 por dia, apenas com o Adsense, o que dá 99 dólares/mês, arrendondando, 100 dólares/mês… Exatamente um décimo também!

Ou seja, se com 200 visitas dia eu ganho 100 dólares, é perfeitamente dedutível que, com 2.000 visitas eu possa ganhar 1.000 dólares/mês.

Não vejo nada errado!!!

Aliás, tenho outros sites com Adsense que, apesar de volume de acessos ainda menor, apresentam um faturamento relativo no Adsense (medido pelo eCPM = custo por mil exibições) até maior, o que daria muito mais (4 vezes mais no caso do Cirurgia.com.br, por exemplo) que 1.000 dólares/mês se eu tivesse essas 2.000 visitas diárias neles.


Revendo minhas contas depois, nova surpresa! A média de visitas diárias do Radiologia.com.br é de 166 visitas/dia (em vez de 200), para os mesmos 100 dólares mensais, o que projeta, para um cenário de 2.000 visitas diárias, uma receita ainda maior: 1.200 dólares mensais!

Nada mal o desempenho do Google Adsense, não é mesmo?
.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

10 Steps to Google Heaven

Artigo imperdível, simples mas com orientações importantes sobre SEO (Search Engine Optimization), que é FUNDAMENTAL em Internet.
Nikki Pilkington tem uma série de artigos de marketing em Internet.
Artigo original: 10 Steps to Google Heaven

Every website owner wants to appear on the front page of Google, so here's a handy ten step guide to achieving Listing Nirvana:

1) Be Owner of your Domain - none of this freebie rubbish. If you want a decent listing, you need to be hosted on a proper server with a proper domain name. The most it will cost you is £100 a year, so get rid of that freebie ISP web space now, OK?

2) Redirection? Indirection - not only do redirects and splash pages annoy your visitors, but they annoy the search engines too. At best they'll make the robot spider ignore you, at worst, they'll get you banned. GET RID OF THEM.

3) Text, Text, Text. Yes, your fully Flashed up site, or your fantastic front page graphic looks great. Really great. Just a shame no-one is going to see it, don't you think? Google can't index it properly, so what's the point? Your pages need text, so get writing.

4) Great navigation - we all know that men don't like to ask for directions, right? Then I'm guessing Google is a guy, because neither does he. Help the little guy out by making sure that your navigation is clear and obvious, and there are no scary dead ends (he's not much good at 3 point turns, either)

5) Titles are King - just like those poor people that buy a Lordship, each page of your site is yearning for a title. And not just any title, oh no. Does the front page of your site actually WANT to be called "Home Page"? Of course not!! He wants to be called something grand and important, and above all, useful. So think about the titles of each of your pages - they're more important than you think.

6) META is Better - OK, some people say that META tags are old news and don't count anymore. Well, I’m saying that they're wrong. So there. Include a META description and keywords tag in every page of your site. Why? Please, just trust me on this one.

7) Be Intent on Content - ok, ok, some short sighted readers could read that as saying 'be incontinent', but I’m sticking with it. This is probably one of the most important things I’m going to say to you, so come closer... no, closer... IF THE PHRASES YOU WANT TO BE HIGH FOR AREN'T IN YOUR CONTENT, YOU WON'T GET LISTED FOR THEM!!!!. Ahem.... sorry, got a bit carried away there. But it's true.

8) The Links Effect - this is no revelation, we've known for ages that links to your site help drive you up the listings. So off you all went, and signed up to a million link sites, swapped links furiously, and then wondered why it did you no good. It's simple; a good linking campaign is like great sex. You take it slowly, make sure it's focused on great results, and choose your partners wisely. Jumping on anyone and everyone is rarely satisfactory. Qualities, not quantity, remember?

9) Map it out - are you using Google Sitemaps yet? No? Why on earth not? Oh, because no-one has told you about them? That's because people like me want to keep the information to themselves. Google sitemaps is a Google run project that allows you to find out so much about how Google sees your site. There's a whole article on sitemaps on its way so I won't say anything else here but go to http://sitemap.google.com and sign up.

10) Track and Change - so you want to be in Google, but you're not using Google Analytics? You want to be in Google but you're not tracking your listings, changing and tweaking your pages regularly and testing the results? Then you don't want to be in Google that much, now do you?

Blogger vs. Wordpress

Blogs são uma grande tendência na Internet... mais que isso: uma grande solução!

O vídeo abaixo, em inglês, é uma ótima introdução para se entender os blogs. Se preferir este link abre o vídeo para você em outra janela.



Com sites de construção e hospedagem gratuita de blogs como o Blogger e o Wordpress, nunca foi tão simples e rápido criar e publicar um site, o que agora pode ser feito em minutos!

Com a adição do Google Analytics e Google Adsense, dentro desses mesmos minutos temos um site com análise eficiente de tráfego e, numa evolução extraordinária, já faturando com anúncios! E anúncios significativos, sintonizados com as páginas do seu site, onde em vez de invadirem ou incomodarem eles complementam e colaboram com o tema e objetivos da página!

Mas qual plataforma utilizar: Blogger ou Wordpress?

Vai depender realmente dos seus objetivos e características do site. Assim como você deve optar entre um blog ou um wiki para seu site (a plataforma colaborativa wiki pode ser a melhor solução em alguns casos específicos), você deverá escolher entre o Blogger ou Wordpress segundo as complexidades do site e outros objetivos.

Estudei vários artigos na Internet, e selecionei abaixo 3 páginas que dão uma boa ajuda na decisão.

Battle of The Blogs: Blogger vs. WordPress

Artigo de março de 2006. O Blogger já melhorou depois disso (e provavelmente o Wordpress também) e corrigiu algumas deficiências, mas é uma ótima introdução ao tema.
Blogger vs. Wordpress 10 Features for Beginners
Artigo de novembro de 2006. Como no caso acima, o Blogger já melhorou e corrigiu algumas deficiências, mas o artigo é bom.
Blogger vs Wordpress from a SEO point of view
Este é um artigo recente, de setembro de 2007 e aborda especificamente um ponto-chave da maioria dos casos de sites: a otimização em buscadores (sites de busca), ou seja, SEO (Search Engine Optimization).

Conclusões:

Wordpress: Ideal para sites onde se busque uma caracterização que esconda estar sobre uma plataforma de blog e se busque recursos adicionais e mais complexos (plugins). Para um trabalho adequado, torna necessário que você mesmo hospede as páginas e tenha um nome de domínio. É mais complexo que o Blogger, e mais difícil, exigindo alguns conhecimentos de HTML, o que atrapalha se queremos montar um site simples para ser mantido por pessoas leigas em princípios de programação. Muitos modelos de templates. Leva um tempo maior para ser indexado pelo Google (é só mais um site, enquanto que um blog no Blogger já está lá dentro do Google). Um dos artigos diz que não pode monetizar com o Google Adsense, o que duvido... será???

Blogger: Ideal para iniciantes e pessoas comuns. Recursos mais simples, mas dispensa totalmente o conhecimento de HTML. Rápido e eficiente. Poucos modelos de templates, mas customizáveis nas cores, fontes e se preciso, diretamente no código fonte. Atualmente já permite hospedar as páginas em nosso próprio servidor, se desejarmos, mas é dispensável. Já permite utilizar o nosso próprio domínio para o blog, mesmo hospedando no Google. Indexação rápida no Google (menos de 24 horas) e facilidades para inserção de anúncios do Google Adsense.


Minha opinião?
Se você tem experiência e sabe exatamente o que quer, vai saber se quer o Worpress ou mesmo outras plataformas (wiki, programas CMS [sistemas de gerenciamento de conteúdo] como o Joomla, etc.)... bom, nesse caso, VOCÊ JÁ FEZ A SUA OPÇÃO. Se não tem experiência, não entende nada de HTML, não sabe bem o que quer, ou quer simplicidade e rapidez na implantação, ou quer que outras pessoas trabalhem no site praticamente sem precisar treinamento prévio, ou se quer rapidez na indexação em sites de busca... utilize o Blogger.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Website Grader Gives Out Free SEO Tips

Original: Techcrunch
Erick Schonfeld

website-grader-logo.png

Want to know how to get your Website high up in natural search results, but don’t want to pay a search engine optimization (SEO) firm just to find out what you are doing wrong? Now you can get a free, automated evaluation of your site on Website Grader. Just type in your Website address, and it will spit out a report detailing what you can do to boost your site’s SEO juice. It even gives you a grade.

TechCrunch scored a 99 out of 100, but we do have some weak areas. Apparently, we use too many images and not enough metadata. Website Grader found 3,918,184 inbound links to TechCrunch, and 17,500 pages indexed on Google, where we have a PageRank of 7 (out of 10). Blogs by their very nature tend to do well on natural search results, because they are constantly updated and have a lot of links going in and out.

Just for fun, I typed in the WSJ.com and the NYTimes.com to get comparison stats. Both also scored a 99. But, as you’d expect, the NYTimes trounces the WSJ.com (and us) when it comes to PageRank, inbound links, and traffic. That is simply a function of being an open site versus a closed, subscription site like the WSJ.com. Here are the comparison stats:

seo-comparison-wsjnyt.png

These figures really show the penalty the WSJ.com is taking by sticking to its subscription wall. Instead of a PageRank of 9 like the NYTimes.com, its PageRank is the same as ours. The traffic rank numbers are from Alexa, so I’d ignore them. The number of WSJ.com pages bookmarked on del.icio.us or indexed by Google is a tiny fraction of what it would be if it was a fully open site. Even if these numbers are not completely accurate, you get a sense of how much a better job the Wall Street Journal could be doing to make its articles visible to the outside world.

Website Grader is operated by HubStop, a search engine and Web-marketing optimization company hoping to get leads from the site. If you use it, don’t be surprised if you get contacted by one of its sales reps trying to upsell you to one of its paid services. Hey, you didn’t really think it was free, did you?

Onde foi que a Yahoo! errou?

Um dos assuntos mais comentados hoje sobre Internet é a proposta de compra do Yahoo pela Microsoft, com resposta ainda não anunciada pelo Yahoo. Até um email interno do Yahoo para funcionários, comentando o assunto, vazou na Internet.

Aproveitando para refletir sobre a Internet e suas oportunidades de negócios, a postagem abaixo no Google Discovery é muito interessante. Independente do desenrolar da proposta, sempre valerá a pena ler.

Original: Google Discovery
Por Rômulo Mendes · 4 February 2008

Yahoo! logo

Muitos culpam Terry Semmel pelo fato de não ter adquirido a Google, quando teve oportunidade de fazê-lo, por um preço módico. Mas este foi o erro, que permitiu a ascensão da Google e a perda de liderança da Yahoo?

Durante a bolha da Internet, quando a Google surgiu, a Yahoo! era a líder do mercado. Era focada em um grande portal, com notícias e diversos outros serviços. A partir disso, obtinha grandes ganhos publicitários. Era a Web 1.0. Ninguém questionava isso. Talvez nem a Google. As buscas eram marginais por que os motores não traziam resultados relevantes. Por esta razão, os grandes portais (Yahoo! incluído) terceirizavam este serviço. Quando surgiu a Google, com resultados mais relevantes, logo conquistou a conta da Yahoo. O curioso é que, durante muito tempo, esta conta foi fundamental para a existência da Google e acabou por fazer crescer aquela que é hoje a gigante de Mountain View.

Pela lógica daquele tempo, esta terceirização estava certa e a Google provavelmente somente se manteve unicamente como motor de buscas, porque não podia competir de outra forma. Daí ter aventado a possibilidade de ser vendida para a Yahoo! No entanto, o crescimento da Google mudou a Internet e os portais deixaram de ser importantes na conquista de verbas publicitárias e aí ficou difícil tanto para a Yahoo! quanto para a Microsoft, que não tinham motores confiáveis.

A Yahoo! adquiriu a Inktomi, mas não obteve bons resultados de buscas e, portanto, a compra da Overture não surtiu o resultado desejado no campo de conquista de clientes na área publicitária. Mais recentemente, construiu um motor tão bom quanto o da Google, mas o mercado já estava perdido.

Algo semelhante aconteceu com a Microsoft.

Assim, a Yahoo! não errou por não comprar a Google, mas por se focar nos portais. Entretanto, criticar hoje, quando já temos a total visão do quadro é muito fácil. Afinal, pelos dados daquele tempo, o foco nos portais e a manutenção das buscas como serviço marginal era sim a decisão correta.

Diante de um quadro semelhante, você tomaria uma decisão diferente?

Se você tivesse coragem contrariar toda a lógica vigente e vitoriosa, para virar a própria mesa e tomar uma decisão diversa, atire a primeira pedra.


Google Knol: compartilhe seu conhecimento

Lemos no blog Google Discovery:

Segundo o blog oficial do Google, a empresa deve disponibilizar em breve um novo serviço chamado Google Knol onde as pessoas poderão compartilhar seus conhecimentos.

Knol irá incluir uma forte comunidade de ferramentas. As pessoas terão a possibilidade de fazer comentários, perguntas, adicionar conteúdo, e assim por diante. Os usuários poderão avaliar um knol ou escrever uma revisão do mesmo. Knol incluirá também referências e links para informações adicionais. De acordo com o critério do autor, um knol poderá exibir anúncios. Se um autor optar por incluir anúncios, o Google fornecerá ao autor parte destas receitas substanciais provenientes dos anúncios.”

No blog oficial do Google, em http://googleblog.blogspot.com, encontramos a seguinte postagem:

Encouraging people to contribute knowledge

12/13/2007 06:01:00 PM
Posted by Udi Manber, VP Engineering


The web contains an enormous amount of information, and Google has helped to make that information more easily accessible by providing pretty good search facilities. But not everything is written nor is everything well organized to make it easily discoverable. There are millions of people who possess useful knowledge that they would love to share, and there are billions of people who can benefit from it. We believe that many do not share that knowledge today simply because it is not easy enough to do that. The challenge posed to us by Larry, Sergey and Eric was to find a way to help people share their knowledge. This is our main goal.

Earlier this week, we started inviting a selected group of people to try a new, free tool that we are calling "knol", which stands for a unit of knowledge. Our goal is to encourage people who know a particular subject to write an authoritative article about it. The tool is still in development and this is just the first phase of testing. For now, using it is by invitation only. But we wanted to share with everyone the basic premises and goals behind this project.

The key idea behind the knol project is to highlight authors. Books have authors' names right on the cover, news articles have bylines, scientific articles always have authors -- but somehow the web evolved without a strong standard to keep authors names highlighted. We believe that knowing who wrote what will significantly help users make better use of web content. At the heart, a knol is just a web page; we use the word "knol" as the name of the project and as an instance of an article interchangeably. It is well-organized, nicely presented, and has a distinct look and feel, but it is still just a web page. Google will provide easy-to-use tools for writing, editing, and so on, and it will provide free hosting of the content. Writers only need to write; we'll do the rest.

A knol on a particular topic is meant to be the first thing someone who searches for this topic for the first time will want to read. The goal is for knols to cover all topics, from scientific concepts, to medical information, from geographical and historical, to entertainment, from product information, to how-to-fix-it instructions. Google will not serve as an editor in any way, and will not bless any content. All editorial responsibilities and control will rest with the authors. We hope that knols will include the opinions and points of view of the authors who will put their reputation on the line. Anyone will be free to write. For many topics, there will likely be competing knols on the same subject. Competition of ideas is a good thing.

Knols will include strong community tools. People will be able to submit comments, questions, edits, additional content, and so on. Anyone will be able to rate a knol or write a review of it. Knols will also include references and links to additional information. At the discretion of the author, a knol may include ads. If an author chooses to include ads, Google will provide the author with substantial revenue share from the proceeds of those ads.

Once testing is completed, participation in knols will be completely open, and we cannot expect that all of them will be of high quality. Our job in Search Quality will be to rank the knols appropriately when they appear in Google search results. We are quite experienced with ranking web pages, and we feel confident that we will be up to the challenge. We are very excited by the potential to substantially increase the dissemination of knowledge.

We do not want to build a walled garden of content; we want to disseminate it as widely as possible. Google will not ask for any exclusivity on any of this content and will make that content available to any other search engine.

As always, a picture is worth a thousands words, so an example of a knol is below (double-click on the image to see the page in full). The main content is real, and we encourage you to read it (you may sleep better afterwards!), but most of the meta-data -- like reviews, ratings, and comments -- are not real, because, of course, this has not been in the public eye as yet. Again, this is a preliminary version.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

How I reversed my Google ranking penalty

Original: David Airey
Published on October 5th, 2007
Google penalty

Yesterday, through a large increase in visitor numbers to my website, I discovered that my Google penalty has been lifted. In this article, I’m going to tell you why I was penalised by Google, what I did to have the penalty removed, and how you can avoid a similar penalty for your website / blog.

Last month, I asked for advice regarding a huge drop in my Google search rankings. For around six months prior to the drop, I ranked at #1 when searching for my name, David Airey. The penalty imposed on my website dropped this position from #1 to around #70 and I also lost rankings for a host of graphic design-related terms, making me a lot less findable.

Google penalty web traffic

What you thought had happened to my website

There was A LOT of differing opinion on this, found via:

I received advice from a number of people in the SEO trade, people like Danny, Doug and many others in the ‘ihelpyou’ forum I mentioned above.

David Hopkins, of Mutiny Web Design, kindly referred my Google penalty issue to Hamlet Batista, a seasoned search engine marketer. Hamlet wrote a great blog post about my predicament, and offered some stellar advice through our conversation in his blog post comments.

One of Hamlet’s comments, in particular, involved ‘diffusing a Google-bomb’, which I’ll come to shortly.

Why I actually got penalised by Google

First, however, and according to Matt Cutts himself (head of the Google spam team), my Google penalty was imposed for two main reasons:

  1. Having paid links to bad neighbourhoods
  2. Trying to game my search engine rankings with black hat SEO

Matt Cutts

On Matt’s blog, he took some time out of his no doubt hectic schedule, to make this comment about my situation:

…so the paid links for business card printing and ink cartridge refills are gone and won’t be coming back? The other thing I noticed is that it looks like you silently changed the terms of your contest and didn’t mention that to anyone.

I believe your original linking terms said:

“You can describe the draw any way you like, as long as you link to my homepage (www.davidairey.com) using logo / graphic design-related anchor text. A few examples of what you could link back with include: logo designer, best logos, Edinburgh graphic designer, graphic design in Scotland, great logos etc.”

What’s interesting about those two paid links that Matt mentions, is that the one for business card printing was automatically placed in my sidebar, after I signed up for Text Link Ads (TLA). When you sign up for TLA’s service, you install a plugin on your blog, and your site details are placed in the TLA marketplace. If someone wants to add a link to your blog, they pay TLA, you get 50% of the money, and the link to the customer’s site is placed on yours automatically. As far as I can remember, there’s no screening process.

The TLA website, whilst having a Google Page Rank of 7/10, doesn’t appear anywhere relevant when conducting a search via Google, so they seem to have a similar penalty imposed on them.

What’s also interesting, is that I had removed the TLA plugin, and stopped using their service, at the beginning of September. My Google penalty was imposed around September 18th, so it’s fair to say that I was doing a few things wrong.

The other paid link that was mentioned, for ink cartridge refills, was a private advertiser, so there’s more personal blame with this one, and I could’ve checked to see how ’safe’ their website neighbourhood was by using the Bad Neighborhood – Link Exchange Tool. I don’t know all that much about this tool, but from what I’ve read, it can help protect you if you’re unsure who you’re linking to. For instance, if you think that Google might look upon a website in a bad way i.e. it’s in a ‘bad neighbourhood’, then best to use the rel=”nofollow” code in your hyperlink, so search engines don’t count your link as a ‘vote’ (thumbs up). I’ve added the rel=”nofollow” tag to my link to the Bad Neighborhood tool, because oddly enough, after running that site through it’s own tool, there are some questionable ‘blog spam’ links shown.

If you have any info about the usefulness of the Bad Neighborhood tool, I’d love to know. Don Lawson at Affiliate Watcher asks some interesting questions about linking to bad neighbourhoods.

You can read more about what Matt Cutts has to say on paid links here. The blog post is a couple of years old, yet I believe it’s still relevant. For a more up-to-date point of view, Chris G recently asked, “Where do you stand on the paid links issue?” which makes for an interesting read.

The second point that Matt mentions, is the conditions I initially stated when running last month’s graphic design prize draw.

I asked entrants to link to my website using specific anchor text, in effect, I tried to ‘game’ my Google search engine ranking positions (SERPs). This is known as ‘black hat SEO’, which, according to About.com, is “customarily defined as techniques that are used to get higher search rankings in an unethical manner.”

Ethics are very important to me, and I’ll not be conducting any similar techniques in future. A certain John Chow is well known for his continued Google penalty for black hat SEO.

Actions taken before my penalty was reversed

The first thing I did was to remove the paid links. Paid links aren’t against Google’s terms of service, but paid links without the rel=”nofollow” attribute are, and I didn’t use that tag. What’s even worse is when you accept payment for a link to a website in a ‘bad neighbourhood’.

Hamlet Batista

Next, and on the advice of Hamlet Batista, I emailed all 250 people who published blog posts linking to my graphic design prize draw, asking them to remove any links to my site. I wanted to “diffuse the Google bomb”, as Hamlet put it. Thankfully, and within two days of my email, I received many replies from the prize draw entrants, telling me they’d removed the links. If you were one of those people, thanks so much for helping out, especially those of you who didn’t win anything in my draw.

After sending the link removal request, I filed a reinclusion request through Google’s webmaster tools. Filing this request doesn’t guarantee anything, and you might not hear anything back about your particular situation, but it’s an important part of the process. I provided as much information in the reinclusion request as possible, mentioning that I knew I did wrong with my black hat ‘Google-bomb’ tactic, that I’d contacted all prize draw entrants asking them to remove links, and that I’d also removed any paid links from my website.

For courtesy, I left a comment on Matt Cutts’ blog, informing him of my misdoings, my bulk email to recipients, and my reinclusion request. Very kindly, Matt responded to my comment, saying he’d have someone look into my reinclusion request. I can’t be sure if my request would’ve been granted, had Matt not stepped in, and so I’m really counting my blessings. Thanks again for your time, Matt.

3 steps to avoid a Google penalty

  • Don’t participate in any form of black hat SEO
  • Add the rel=”nofollow” tag to any paid links on your website
  • Be careful not to link to bad neighbourhoods

I’ve said it before, and I’ll say it again, I’m not very clued in on SEO. These past few weeks, however, have taught me a lot about best-practice techniques.

If there’s anything written here that I’m off the mark with, I’d greatly appreciate your comments below. It’s a steep learning curve for me, but one that I’ve only just begun climbing.

Google visits

A big thank you to everyone who has offered their thoughts and advice.



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Original: Google Code Blog

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So you've just built a totally sweet new social app and you can't wait for people to start using it, but there's a problem: when people join they don't have any friends on your site. They're lonely, and the experience isn't good because they can't use the app with people they know. You could ask them to search for and add all their friends, but you know that every other app is asking them to do the same thing and they're getting sick of it. Or they tried address book import, but that didn't totally work, because they don't even have all their friends' email addresses (especially if they only know them from another social networking site!). What's a developer to do?

One option is the new Social Graph API, which makes information about the public connections between people on the Web easily available and useful. You can make it easy for users to bring their existing social connections into a new website and as a result, users will spend less time rebuilding their social networks and more time giving your app the love it deserves.

Here's how it works: we crawl the Web to find publicly declared relationships between people's accounts, just like Google crawls the Web for links between pages. But instead of returning links to HTML documents, the API returns JSON data structures representing the social relationships we discovered from all the XFN and FOAF. When a user signs up for your app, you can use the API to remind them who they've said they're friends with on other sites and ask them if they want to be friends on your new site.

The video below can walk you through the API in detail, but if you're eager to get started check out the Social Graph API homepage and the developer documentation. And let us know what you think in the Social Graph API Group.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

FreePorn.com vendido por 4 milhões

Source: Domain Name News
Original
: FreePorn.com Sale Confirmed - $4 Million

A venda do domínio FreePorn.com foi anunciada em novembro de 2007, mas não havia ainda a confirmação do valor, estimado pela Domain Name News, na ocasião, como algo em torno dos 3 milhões. Agora o valor foi confirmado: 4 milhões de dólares.

Bom... para o vendedor, isso foi melhor que sexo!
rs